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Diagnóstico P.E: SWOT

  • giraoadm
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A origem


A versão mais aceita é que a SWOT nasceu de um projeto de pesquisa na década de 60, pelo seu mentor foi Albert Humphrey, consultor em gestão do instituto de pesquisas da Universidade de Stanford. O conceito original era chamado de SOFT: S de Satisfatório, O de oportunidades, F de falhas e T (Threats) de ameaças.


A transição de SOFT para SWOT ocorreu à medida que o modelo foi apresentado em conferências na Suíça e nos EUA. O termo "Faults" (Falhas) foi substituído por Weaknesses (Fraquezas) e "Satisfactory" por Strengths (Forças), criando o acrônimo que conhecemos hoje. Essa transição é documentada pelo próprio Albert Humphrey em suas publicações póstumas que veio a ocorrer em 1964.

 

Erros mais comuns


Muitos gestores desenvolvem a análise de SWOT de uma forma equivocada, principalmente na questão da “confusão de conceitos”.  Vamos trazer para este documento as principais falhas humanas dessa ferramenta:

 

1 – Confundir estratégia com oportunidade

A pessoa escreve na coluna de Oportunidades: "Contratar dois novos vendedores" ou "Abrir uma filial no bairro X", errado!  O correto: Isso não é oportunidade, é plano de ação. A oportunidade é algo que o mercado oferece e você não controla, exemplo um concorrente fechando as portas ou uma mudança na legislação. Se você controla a ação, ela não deveria estar ali. Isso vicia toda a análise porque você para de olhar para fora e começa a olhar apenas para o que você "acha" que deve fazer.

 

  

2 – Vaidade Organizacional

É muito comum a equipe listar como Forças coisas que, na verdade, são apenas a "obrigação de estar no jogo". Colocar "bom atendimento" ou "qualidade técnica" como força é perigoso. O correto: Se todos os seus concorrentes diretos também têm bom atendimento, isso não é uma força diferenciadora, é um pré-requisito. Uma força real é aquilo que te dá uma vantagem competitiva. Se você sumisse amanhã, o que o cliente não encontraria em lugar nenhum? Se a resposta for vaga, sua lista de forças também é.

 


3 - O diagnóstico que não vira remédio

Muita gente faz a matriz, tira uma foto, coloca no slide e... pronto. O correto: A SWOT é apenas o exame de sangue. O tratamento é tirar do papel todas as análises de resultados desta ferramenta, realizando um estudo de congruência para testagem da conexão com seus impactos negativos e/ou positivos. A segunda etapa deste tratamento é a implementação dos planos de ações, para alinharmos os processos de melhorias aos nossos objetivos e diretrizes do Planejamento estratégicos. Se não tirar do papel, nada fará sentido!

 


Enfim, precisamos entender que para se fazer uma SWOT com verdade e impacto é preciso ser orientado pela coragem, maturidade e a ausência total de vaidades.

 

José Girão Júnior

Fundador e Diretor Girão Consultoria.


(85) 9 9190 1801

@giraoconsultoria_oficial


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